É tão doloroso imaginar minha insignificância.
Presa a um mundo conformado, adaptado.
Pessoas hipnotizadas, alienadas
Caminham pela rua
E aceitam tudo com a mais ingênua normalidade.
É tão covarde meu devaneio
Que o trago escondido em poucas palavras
Evitando a autofagia
Em detrimento com a sociedade
Limitada ao exposto, exponho-me o mínimo.
Queria eu ver as coisas com superficialidade
Aceitar que o que vier é lucro
Que o que veio é bem vindo
E aquele que não chegou é por falta de poder.
Como assim não posso, conformo-me, adapto-me.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirGostei, gostei :)
ResponderExcluirParabéns!