... Daquelas bem feias ainda, ao cúmulo. Não bebo, não fumo, não faço questão de ir para festas para dançar e me insinuar até pegar um (um? Um é pouco hein?) “gatinho” e ir iludida e eufórica para casa, dou valor ao romantismo por mais que essa palavra lembre apenas um movimento artístico, político e filosófico que ocorreu em outro século.
Às vezes penso se vivo ou existo, se for pela filosofia que criaram sobre a vida, principalmente pelos adolescentes em que viver significa “se jogar na buraqueira”, fazer o ridículo pra chamar a atenção ou se socializar, beber até vomitar, usar drogas, ficar com vários etc. Eu existo, um tempo atrás eu até vivi, deixei me corromper por alguns dessas migalhas que o mundo oferece como se fosse o sentido real da vida.
Mas se viver for passar o maior tempo com a família sem ficar de saco cheio por isso, ou sair para lugares mais calmos, conversar, rir, viajar, ir para igreja, sonhar com um casamento, uma família bem estruturada, estudar para passar em um vestibular e orgulhar a família, eu vivo.
Que careta, né? Você pode me ver até feia e anormal como tal, não posso agradar espelhos e olhares, ou até ouvidos. Posso ser a distorção de toda realidade, mas é o objetivo de todo (a) careta.
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